Certa noite, no infernal Dezembro de 2008, Carol Bianchi, Fê Mandagará e eu resolvemos sair para beber. Como sempre passamos dos limites quando o assunto é drinks (especialmente drinks for free), desta vez não foi muito diferente. Nossas ações disparatadas – que incluem a invasão a uma festa privada nos fazendo passar por agentes do governo paquistanês, um lual no cais do porto onde a fogueira era uma fileira de navios incendiados, partidas tensas de um misterioso – e incompreensível (pros outros, é claro) – jogo paquistanês valendo relógios e carteiras, além de furtos de automóveis no estacionamento apenas para arremessá-los no meio do rio – acabaram gerando uma série de fotos constrangedoras, que até hoje são usadas contra nós em situações extremas. Não bastasse, um dos convidados registrou as imagens abaixo, mostrando toda a desenvoltura de um coelho alcoólatra. Hoje, passados quase 2 anos desse… qual a melhor palavra para definí-lo?… desse (escolha a palavra que mais lhe aprouver e deposite aqui) evento dionisíaco, nenhum dos três consegue lembrar com exatidão como acabou aquela noite. Nosso único comentário compartilhado a respeito desta apropriadíssima amnésia alcoólica é: …ainda bem.


Chorei até. Você conseguiu derreter o meu coraçãozinho de pedra da justiça.
Amo tu e a Coelha. E mais ainda nós três.
Tem mais. Verão tá aí e o Cais do Porto nos espera com vários Marinheiros.
Postei foto que usam contra nós no face.
Ah! Ganhei.